sábado, 17 de outubro de 2015

CAPÍTULO 19

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            - Você pode me contar sobre o primeiro encontro de vocês? -Limpei a garganta.
            - Bom, ahn, Ele é dono da empresa pra qual eu trabalho. Mas ele não tem um papel muito ativo diante dos funcionários. Então antes de realmente ‘conhecer’ o Zac, eu apenas via ele por lá durante anos. Então, há uns três meses, o advogado dele veio me chamar. Ele me disse que o Zac queria se reunir comigo.
            - E o que aconteceu então?
            - O Zac queria falar sobre um projeto especial. Um novo desenho pro logotipo da empresa. Uma revisão completa da imagem. Ele queria manter segredo, por isso estava falando diretamente comigo sobre o assunto. Pelo menos foi o que ele disse.
            - Não era verdade? - Sorri.
            - Ele tinha inventado tudo, só pra ter uma chance de conversar comigo. Acho que ele estava meio que interessado em mim há um tempo.
            - Ele deixou você ciente disso no primeiro encontro? - Engoli em seco.
            - Não. Não com essas palavras. - O entrevistador olhou para mim, apertando o botão da caneta. – Eu suspeitava - falei, por fim. - Do jeito que ele olhava pra mim. Mas eu pensava que devia estar imaginando coisas.
            - Onde você estava morando, na época? - Informei o meu antigo endereço.
            - No primeiro encontro, vocês trocaram informações de contato? Vocês combinaram de se encontrar de novo? - Hesitei.
            - Eu... Eu acho que sim - falei. - Mas, na verdade, eu não consigo lembrar exatamente quantas vezes a gente se encontrou antes de eu dar meu telefone pra ele.

Até agora, eu estava seguindo as instruções do Zac o máximo que podia. Imaginei que era melhor dar respostas vagas, mas se fossem vagas demais eu corria o risco de parecer suspeita. Precisava encontrar um equilíbrio delicado. E respirar.

            - Você pode me contar sobre quando percebeu pela primeira vez que vocês tinham algo em comum? - Eu ri um pouco, com um olhar distante, como se estivesse lembrando-me de algo que me deixava feliz.
            - Não me lembro de como esse assunto surgiu exatamente, mas foi por causa dos filmes do
Woody Allen, que nós dois crescemos assistindo. A gente começou a conversar sobre isso toda vez que nos encontrávamos, só jogando conversa fora, falando cada vez menos sobre o ‘projeto’, e cada vez mais sobre coisas pessoais. Por fim, ele me disse que precisaria adiar o projeto, mas ele ainda queria me ver.
            - E você se sentia da mesma forma.
            - Isso mesmo. - Uma parte de mim estava realmente começando a acreditar na minha própria história, e isso machucava meu coração.
            - Você diria que foi aí que o relacionamento passou a ser algo romântico? - Fiz que sim. - Pra que lugar vocês foram ao primeiro encontro?
            - A gente almoçava junto no escritório - respondi. – Mas oficialmente? A gente foi ao restaurante do Hotel Grenarnia. Era muito bonito.
            - Você se lembra da data?
            - Acho que foi no final de julho?
            - Vocês ficaram preocupados se os seus colegas de trabalho iam descobrir sobre o relacionamento?
            - Por um tempo sim. Foi por isso que mantivemos em segredo. Mas depois a gente decidiu que era melhor abrir o jogo e que eu largaria o trabalho o quanto antes, pra evitar conflito de interesses.
            - Depois de quanto tempo de relacionamento ele informou você sobre as dificuldades com a imigração?
            - Antes de me pedir em casamento - respondi. - Ele queria garantir que eu soubesse que não era por causa disso.
            - E quando foi? - Olhei para baixo.
            - Depois de algumas semanas de estarmos realmente namorando. Ele me disse que sabia que era loucura, mas a parte mais louca era que eu sentia a mesma coisa. Eu estava pronta pra arriscar e ver no que ia dar.
            - O que levou vocês a optarem por um noivado curto?
            - Nenhum de nós é muito romântico. Eu não queria muito estardalhaço e ele também não.
Então a gente achou que não tinha razão pra deixar as coisas se arrastarem por mais tempo.
            - O que seus pais acham desse relacionamento? - Hesitei por um instante.
            - Meus pais e eu não somos... próximos. Eu os convidei pro casamento, mas eles não quiseram viajar. Os pais do Zac já faleceram.
            - Isso já responde a minha próxima pergunta. - O entrevistador olhou para mim, sorrindo um pouco. Finalmente mostrando seu lado humano.

Apenas continuei respirando.
Mais perguntas foram feitas depois disso. Sobre o casamento, o número de pessoas que compareceram, quem cuidava das finanças e que programas de tevê assistíamos juntos durante a semana. Ele pediu para ver minhas chaves, examinando a que eu disse ser do apartamento de Zac. Imaginei se ele estava tentando compará-las de cabeça.
Ele queria saber se eu tinha conhecido algum membro da família de Zac, então contei a ele sobre Brittany e Ryan. Respondi uma longa lista de perguntas comuns sobre nossas vidas em casa – o número de quartos e banheiros, quando o lixeiro passava, e a cor do tapete. Finalmente, ele liberou-me. Voltei para a sala de espera lentamente. Zac pulou da cadeira quando me viu. Corri até ele que puxou-me para perto e beijou-me rapidamente.

            - Sobrevivemos - falei.
            - É. - Ele abraçou-me. – Vem. Vamos embora.

Tive que me segurar até chegarmos em casa, apesar de estar morrendo de vontade de comparar as respostas que conseguíamos lembrar. John estava dirigindo, e ele não sabia a verdade. Assim que fechamos a porta, virei para ele e falei num impulso:

            - Eles te perguntaram se você deu em cima de mim no nosso primeiro encontro? - Ele piscou.
            - Eu disse que eu estava flertando com você, mas de forma sutil. O que você disse?
            - Eu disse que eu achava que você estava dando em cima de mim, mas eu não tinha certeza.
            - Está tudo certo, então. - Ele deu um beijo rápido em minha testa. - Eu tenho certeza que tudo vai combinar perfeitamente. Não tem nada mesmo para se preocupar.
            - Quando a gente vai saber?
            - Eu devo receber uma carta em alguns meses. Se a gente não souber de mais até lá, podemos presumir que tudo está indo bem. O que eu tenho certeza que vai acontecer.
            - Fico feliz que você esteja tão confiante.
            - Olha. - Ele colocou as mãos nos meus ombros. - Está tudo certo. Sei que não é a coisa mais fácil no mundo, com toda essa espera, mas tudo vai ficar bem.

Sorri e então desviei o olhar por um instante. Eu queria, muito mesmo, dizer algo sobre a lua de mel. Sobre o fato de que não havíamos mais nos tocado desde então. Sobre o fato de que eu queria, mais do que tudo, que ele me agarrasse e me pegasse do jeito que eu sabia que ele também queria muito. Eu sabia que ele queria, mesmo que ele não estivesse demonstrando.

            - A gente se divertiu bastante na lua de mel - falei, finalmente. - Não foi?
            - Foi - ele disse, de forma um pouco hesitante.
            - E eu não estou falando sobre a caminhada na lua. - Sua boca contraiu-se.
            - Nessa - ele disse. - Acho que a gente não deve
            - O que? Falar sobre isso? - Toquei a lateral do seu rosto. - Fazer isso? Que diferença faz?
            - Nessa - ele disse um pouco rouco. Então eu estava atingindo-o, pelo menos.
            - A gente vai sentir isso - falei. - Demonstrando ou não. - Ele lambeu os lábios.
            - É tudo a mesma coisa.
            - Tudo a mesma coisa? Que tipo de contra-argumento é esse? - sorri. - Para de agir como um personagem de algum romance vitoriano sobre perda de virtude. - Ele riu, e se inclinou para beijar-me.   - Você é muito persuasiva, sabia? - ele disse quando se afastou. - Isso é muita maldade. Ficar me tentando. Você sabe que eu não consigo resistir.
            - Por que eu ia querer que você conseguisse resistir? - Enrolei os braços em seu pescoço, sorrindo.
            - Não sei se você percebe o que desencadeou. - Ele tinha um sorriso tão malicioso no rosto. - Vai lá para cima e me espera. - Franzi um pouco as sobrancelhas.
            - Por quê?
            - Porque eu mandei. - Ele ainda estava sorrindo.
            - Tudo bem. Mas é melhor você fazer meu tempo valer à pena. - Virei e subi as escadas, dois degraus por vez.
            - Ah, eu vou fazer - ele gritou para mim.

Fiquei no meio do quarto por um momento, tentando decidir como apresentar-me para ele. A coisa óbvia seria me despir completamente, ou ao menos parcialmente. Mas ele estaria esperando por isso. Ele queria castigar-me, não era? E de forma bastante estranha, eu também queria ser castigada. Então eu deveria ser má, certo? Eu deveria fazer o oposto do que ele estava esperando. Do que ele queria.
Fui até a pequena estante de livros perto da porta. Não tinha prestado muita atenção nela; a maioria eram coisas sobre negócios ou guias financeiros, nada que realmente me interessasse. Mas havia alguns romances na prateleira de cima, então escolhi um ao acaso e sentei-me na beirada da cama. Parecia algo que se compraria no aeroporto por impulso. Abri e comecei a ler.
Os minutos passavam, e eu não havia virado a página. Eu não conseguia mesmo processar as palavras. Estava nervosa e excitada, meu coração palpitava furiosamente em meu peito, mais ainda do que na entrevista. De repente, ouvi umas leves batidinhas. Olhei para cima.
Zac estava parado na porta, apoiado no batente, seus dedos batucando em staccato na madeira suavemente pintada. Ele estava sorrindo, friamente.

            - Pensei que eu tinha dito pra você me esperar.
            - Eu estou esperando - falei, inocentemente. Olhei para ele, colocando o livro no colchão. – Eu fiquei entediada. Isso é crime? - Ele veio andando rapidamente, parando a pouca distância e olhando para mim.             - Quando eu mandar você esperar por mim - ele disse, com a voz baixa e perigosa - Você tem que esperar por mim. Não tem que ler. Não tem que mexer no telefone. Não tem que pensar. Você tem apenas que esperar. É só o que você tem permissão pra fazer.

Minha garganta fechou-se. Ele estava certo. Eu não tinha ideia do que havia desencadeado. Esse era um lado dele que eu nunca havia visto antes. Era uma versão estranha e íntima de sua personalidade proibida do trabalho, mais como eu imaginava que ele seria em particular. E, aparentemente, eu estava certa. Só não sabia o quanto estava certa, até agora. Eu pretendia continuar com a atitude desafiadora por mais um tempinho, mas as palavras ficaram presas em minha garganta.

            - Eu... Eu sinto muito - falei. - Eu não sabia.
            - Você deveria saber. - Ele foi até o armário e começou a vasculhar a prateleira de cintos. Senti-me ficando completamente pálida. Ele faria mesmo o que eu estava pensando? Levar algumas palmadinhas era uma coisa, mas não sei se estava preparada para apanhar de cinto. Então, senti algo dentro de mim, algo que me impediu de reclamar. Uma voz baixinha, mas muito clara. Eu confiava nele.
Ele voltou com um cinto enrolado na mão. Eu estava com medo, mas ao mesmo tempo, não estava.

            - O que você acha? - ele perguntou. - É isso que você merece? - Engoli em seco.
            - Não. - Respondi, muito calmamente. Ele sorriu.
            - Talvez não - disse, olhando para o couro em sua mão. Ele soltou-o um pouco, deixando-o escorregar até o chão. - Talvez isso seja mais apropriado - ele disse, pegando o livro.
            - Ainda bem que eu não escolhi um de capa dura - rebati, sem conseguir conter-me. Ele me pegou pelo braço, virando-me de barriga para baixo. Gritei.
            - Você tem uma língua afiada - ele disse. - Você devia controlar isso um pouco melhor.

Ele bateu-me com o livro. Forte. Não ardeu tanto quanto eu pensei, principalmente sobre meu jeans, mas o movimento era poderoso. Gemi, sentindo um pouco de dor e um pouco de prazer.
Ele estava implacável, mas ao mesmo tempo, eu consegui perceber que ele prestava atenção em mim. Verificando as reações do meu corpo. Ele não iria bater-me mais do que eu podia aguentar. Bem quando eu estava começando a ficar entorpecida, ouvi-o jogar o livro de lado.

            - Vira - disse. Eu virei. Seu sorriso estava mais gentil agora e ele se inclinou para e me beijou - Isso tudo é só um jogo bobo - ele sussurrou. - Você sabe disso, né? - Fiz que sim. - Se você me disser pra parar, eu paro - ele disse. - Acaba. Sem perguntas, sem hesitações.
            - Eu sei. - Respirei fundo. - Eu confio em você.
            - Que bom - ele disse. Seu rosto mudou. - Agora, tira a roupa. Ele levantou-se, saindo de perto da cama para me olhar. Olhei nos olhos dele e tirei a camiseta. – Devagar - ele disse.

Levantei uma sobrancelha, escorregando para fora da cama com o que eu esperava ser um movimento suave, sensual e desabotoei o jeans. Fiz um show de rebolado para tirá-lo, fazendo durar mais tempo do que eu precisava. Joguei a calça de lado, e comecei a tirar o sutiã, percebendo que meu cabelo estava caindo sobre minha orelha de um jeito bem atraente, como eu costumava deixá-lo. Fui tirando o sutiã, abrindo ganchinho por ganchinho, até que finalmente estivesse solto. Então, deixei-o cair no chão.
Só faltava uma peça de roupa. Passei os dedos pela borda da calcinha, logo acima do quadril. Deslizei-a para baixo, centímetro por centímetro, virando-me para dá-lo uma visão de trezentos e sessenta graus.
Finalmente, eu estava nua na frente dele em seu próprio quarto. Era diferente do que tinha sido na lua de mel. Mais real. Ele veio andando em minha direção.

            - Sem vergonha - ele sorriu, pegando-me pelos pulsos e puxando-me para perto dele, quase me fazendo perder o equilíbrio. Fui cambaleando até seu corpo, e não fiz qualquer esforço para voltar ao normal. Mas não poderia, mesmo se quisesse. Ele estava segurando-me forte demais. Ele fez um barulhinho com a língua: tsc, tsc. Mas não conseguiu parar de sorrir. - Espera aqui.

Ele disse, e eu fiquei ali ao lado da cama enquanto ele foi até o armário e procurou algo por um momento. Não sei o que eu estava esperando que ele trouxesse, mas certamente não era uma corda. Era longa e elegante, e estava tingida com uma cor de vinho bem escura. Ele deixou-a deslizar pela minha pele e eu estremeci sentindo como era sedosa.

            - Eu devia te amarrar e te deixar aqui - ele sussurrou. Meu coração parou por um instante. - Mas isso não ia ser muito divertido, né? - ele finalizou, e eu respirei de novo.

Ele enrolou a corda em meus pulsos primeiro, suavemente; testando-me. Relaxei e ele puxou as pontas com mais força. Somente por intuição, era difícil dizer exatamente o que ele estava fazendo, mas ao final, meus braços estavam firmemente amarrados juntos. Eu conseguia levantá-los um pouco, mas o nó estava tão bem apertado que eu não conseguia fazer muito mais do que isso.
A corda estava bem dura, como se fosse novinha em folha. Será que ele a havia comprado apenas para mim ou seu relacionamento anterior terminou antes que ele tivesse chance de usá-la? De alguma forma, eu não imaginava como qualquer envolvimento romântico dele poderia terminar bem.
Isso não era algo com o que eu fantasiava para falar a verdade. Mas eu podia entender a atração.
Houve um momento de pânico quando percebi pela primeira vez o quanto eu estava mesmo imobilizada, vulnerável, mas logo veio a paz. E aquela sensação de calma tomou conta de mim completamente, cercando-me como um cobertor quente. Livre da obrigação do movimento, tudo o que eu podia fazer era esperar que ele me tocasse. O que, na verdade, era tudo o que eu queria fazer. Fiquei ali pacientemente, concentrando-me na minha respiração do jeito que ele tinha me ensinado a fazer.

            - Ajoelha na cama - foi a próxima coisa que ele me disse.

Subi no colchão, desajeitada, sem poder usar os braços para equilibrar-me e esperei por ele.
Senti Zac ajoelhar-se atrás de mim, colocando a mão em meu ombro e empurrando-me, gentilmente. Perdi o equilíbrio completamente e caí de cara nos travesseiros. Ajeitei-me de forma que pudesse respirar, mas eu não podia vê-lo e não tinha certeza se conseguiria levantar-me novamente sem sua ajuda.
Ele colocou a mão na minha bunda. Eu estava indo tão bem em concentrar-me na minha respiração até agora que acabava de perceber a posição vulnerável que eu estava. De joelhos, com o rosto nos travesseiros. Ele podia ver tudo. Eu tinha certeza que nunca havia ficado tão exposta assim para ninguém antes. Conseguia sentir a ansiedade começando a dar-me arrepios. Respirei, lentamente.
Zac estava passando os dedos pelas minhas coxas.

            - Você é tão bonita - ele murmurou, quase para si mesmo, e senti uma vontade de rir. Que coisa estranha para dizer, em um momento como esse. Era quase como se ele estivesse falando sério.

Um momento depois, ouvi uma embalagem sendo rasgada, e então o senti pressionar-se sobre mim, deslizando para dentro até que estivesse enterrado ao máximo. Gemi suavemente contra o travesseiro. Ele ficava perfeito dentro de mim. Sempre ficou. A cada momento, sentia-o bem lá no fundo, no sentido mais óbvio e literal, mas também de um jeito diferente, que fazia meu coração crescer em meu peito. Ah, não. Isso era perigoso. Mas não da forma como eu esperava que fosse.
Eu nunca imaginaria que uma simples corda poderia causar tanta destruição em minha mente. Por mais que eu houvesse gostado dos nossos encontros anteriores, isso era algo completamente diferente.
Parecia tão mais íntimo, de um jeito que eu não esperava. Cada pequena sensação, da pegada agressiva em meus quadris ao toque suave da fronha em meu rosto, estava fazendo minha pele arrepiar-se toda.
Meus ombros estavam começando a doer, mas era uma dor fraca e satisfatória. Era bom.
Ele atingiu um ponto dentro de mim que me fez tremer e senti ondas de prazer tomando conta de todo o meu corpo. O auge, de alguma forma, foi ao mesmo tempo gradual e repentino, como ver um balão de água explodir em câmera lenta. Eu emitia sons suaves, abafados, enquanto meu corpo pulsava e tremia. No meio disso tudo o senti crescer dentro de mim, seu quadril finalmente parando os movimentos incessantes.
Ele então se afastou de mim, voltando momentos depois para colocar-me de lado e rapidamente desamarrar a corda. Sentia-me completamente feliz e exausta, esgotada, como se eu pudesse começar a rir e a chorar sem conseguir parar durante horas. Ele me abraçou e enrolei-me em seu corpo, o calor de sua pele e o som das batidas do seu coração de alguma forma atingiam-me através da névoa de sentimentos e sensações para acalmar minha mente.

Respirei.

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Reta final da fanfic!
Deixem seus comentários ;)

3 comentários:

  1. Não sabia que o zac tinha um lado grey da vida mas o capítulo tá perfeito

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  2. OMG
    Que capítulo perfeitooo.
    Esses dois são incríveis juntos.
    Ansiosa ao extremo pelo próximo capítulo.
    Não acredito que a fic já está na reta final. ;(
    Posta loguinho
    Bjos

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  3. Já é a reta final???a fic ta PERFEITAAA. Bjosss posta maiss

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